EB Afonso de Paiva acolheu 1.ª concentração distrital de Badminton para Infantis

Realizou-se, no dia 30 de janeiro, na Escola Básica Afonso de Paiva, a primeira concentração distrital de Badminton para o escalão de Infantis (Misto), organizada pelos professores de Educação Física desta escola, no âmbito do quadro competitivo distrital do Desporto Escolar, tendo a Afonso de Paiva acolhido equipas de diversas escolas e localidades da região.

O dia foi marcado, como sempre, pelo bom espírito desportivo de todos os participantes, o convívio e a promoção da prática desportiva – em particular, nesse dia, do badminton, uma modalidade à qual muitos alunos e alunas têm aderido. No caso da EB Afonso de Paiva, desta vez, a representação dos alunos foi menor do que o habitual – nuns casos por motivos de doença, noutros por falta de autorização de encarregados de educação, entre outros constrangimentos. No entanto, relativamente aos resultados alcançados pelos nossos alunos, salientamos o 3.º lugar conquistado pelo aluno David Ribeiro e o 9.º lugar alcançado pelo aluno Guilherme Lourenço, ambos do 6.º 6.

O trabalho de alunos e professores continua, preparando a participação na próxima concentração deste escalão, que também se realizará na nossa escola, estando prevista para 28 de fevereiro.

-----

Mais fotografias em (publicação de 10/02/2018): Facebook Afonso de Paiva

Vídeo | As Janeiras no Agrupamento Afonso de Paiva - 2018

[Clique na imagem]

“As Janeiras” no jardim de infância Quinta das Violetas

No passado dia 26 de janeiro as crianças do jardim de infância Quinta das Violetas, orientadas pelo professor Rui Barata, professor da atividade extracurricular de música, cantaram as Janeiras no nosso agrupamento, acompanhadas pelas suas educadoras e assistentes operacionais. Ao longo do mês preparámos esta atividade, contribuindo para a integração da nossa cultura na educação das nossas crianças.

Seguras de si mesmo, com vontade de cantar, presentearam a nossa direção, bem como toda a comunidade educativa presente nesse momento, com o cantar tradicional, apresentando um arranjo musical do professor Rui Barata e vivenciando mais uma tradição da nossa cultura.

 

Carmo Fidalgo

EB S. Tiago – O (en)canto da tradição

A tradição é para cumprir e nós lá vamos cumprindo. O cantar das Janeiras pelos alunos da EB de São Tiago realizou-se no dia 31 de janeiro. Primeiro fomos levar as canções até à sede do nosso Agrupamento e depois, já na nossa escolinha, cantámos com alegria as canções que aprendemos este ano. Sim, porque todos os anos as Janeiras são diferentes. Há quadras muito engraçadas! 

Depois da atuação, uma cestinha correu pelos presentes para receber as guloseimas e o dinheirinho que é costume receber-se nesta altura. Para o ano haverá mais; assim hajam canções e professores para nos ensinarem...

-----

Mais fotografias em (publicação de 08/02/2018): Facebook Afonso de Paiva

 

À conversa com João Pinto Coelho

O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto (27.janeiro) foi o pretexto para mais um encontro de autor promovido pelas Bibliotecas Escolares do AE Afonso de Paiva, em parceria com a editora Asa, no passado dia 29 de janeiro, que marcou o início das atividades decorridas ao longo da semana, numa singela homenagem #paranãomaisesquecer.

À conversa com João Pinto Coelho, arquiteto, professor e o mais recente escritor português distinguido com o maior galardão literário do país, o prémio Leya 2017, atribuído ao seu romance "Os loucos da rua Mazur", estiveram cerca de uma centena de alunos e uma dezena de professores do AE Afonso de Paiva, numa oportunidade de regressar ao cenário da Segunda Guerra Mundial pelas palavras do escritor que, fruto de talento e décadas de leituras e estudo sobre o Holocausto e investigações recentes, resultantes de duas ações do Conselho da Europa que integrou, nos levou às entranhas de Oświęcim (Auschwitz), a cidade polaca que já foi um lugar feliz, reescrita a cinzas pelos nazis na memória da Humanidade.

João Pinto Coelho registou que “mais do que respostas, o Holocausto devolve, cada vez mais, perguntas” e que, por isso, não se cansa de semear dúvidas e inquietações entre mentes jovens quando vai às escolas falar do tema: “Aprendemos pouco com a História”, assinala, “Continuamos certos da nossa bondade e incapacidade de fazer coisas terríveis”, desafiando todos os presentes para olhar o Mal onde nunca o vemos: dentro de nós. O escritor captou totalmente a atenção de toda a plateia, quer pelo tema, quer pela (re)construção da tragédia, assim como os tempos paralelos que nos apresenta nos seus dois romances: “Perguntem a Sarah Gross” e “Os loucos da Rua Mazur”, um livro que nos dá a conhecer um lado diferente da Segunda Guerra Mundial, um livro sobre “a universalidade do mal e não sobre a sua banalidade”, como refere João Pinto Coelho.

As Bibliotecas Escolares Afonso de Paiva, para além de estimularem a criação literária e o gosto pela leitura, estreitando laços entre os livros e os leitores, pretendem sempre ajudar e apoiar alunos e professores a entender melhor a importância da palavra e da literatura, bem como as transformações que hoje definem o mundo à nossa volta, com a promoção destes encontros e conversas com autores, na promoção de um trabalho de leitura empenhada, envolvida, que devolve a competência de ler nas crianças e jovens.

 

A professora bibliotecária, Carla Nunes

-----

Mais fotografias em (publicação de 08/02/2018): Facebook Afonso de Paiva

Dados adicionais